Políticos de SP no Rio marcaram presença em um ato bolsonarista em Copacabana em 16 de março de 2025, enquanto a Avenida Paulista, tradicional palco de manifestações em São Paulo, ficou surpreendentemente vazia. O governador Tarcísio de Freitas e o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado, lideraram a comitiva que trocou a capital paulista pelo Rio de Janeiro, apoiando a pauta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Políticos de SP no Rio mostraram como a mobilização bolsonarista concentrou forças em outro estado, esvaziando o evento local que pedia o impeachment de Lula e liberdade para os presos golpistas. A ausência de figuras de peso transformou o que poderia ser um grito na Paulista em um sussurro diante do Masp. Políticos de SP no Rio evidenciaram uma mudança de foco, deixando São Paulo com um público reduzido de apenas 3 mil pessoas, segundo estimativas. Esse contraste reflete a força da liderança de Jair Bolsonaro em redirecionar seus apoiadores.
A decisão de políticos de SP no Rio de migrarem para Copacabana não foi apenas logística, mas estratégica, seguindo a convocação direta do ex-presidente Jair Bolsonaro, que optou pelo Rio como palco principal. Enquanto isso, na Paulista, movimentos de direita esperavam adesão massiva, mas a falta de trios elétricos e a desistência de líderes como Carla Zambelli resultaram em um ato tímido. Políticos de SP no Rio, como os deputados Tomé Abduch, Lucas Bove, Paulo Mansur e Gil Diniz, engrossaram as fileiras cariocas, reforçando a narrativa de união em torno da anistia. A baixa adesão em São Paulo frustrou até os vendedores ambulantes, que, como Alessandro, de 36 anos, esperavam lucrar com uma multidão que não apareceu. Políticos de SP no Rio deixaram claro que o peso político estava na praia, não na avenida. O ato esvaziado na Paulista simbolizou uma derrota para os organizadores locais.
Políticos de SP no Rio também incluíram vereadores paulistanos, como Lucas Pavanato, Zoe Martinez e Adrilles Jorge, todos ligados ao bolsonarismo e conhecidos por posições polêmicas na Câmara Municipal. Esses nomes viajaram ao Rio para se alinhar ao evento em Copacabana, que pedia a libertação de manifestantes presos e atacava o STF, especialmente o ministro Alexandre de Moraes. Políticos de SP no Rio aproveitaram a visibilidade do ato carioca, enquanto a Paulista viu apenas populares dividindo espaço com turistas e ciclistas. A escolha de políticos de SP no Rio por Copacabana reflete a força gravitacional de Bolsonaro, capaz de deslocar apoiadores e lideranças para além das fronteiras estaduais. Em São Paulo, o vazio foi mais do que físico; foi um sinal de que a mobilização local perdeu tração. A presença no Rio consolidou a narrativa bolsonarista em um momento crítico.
A manifestação na Paulista, que já foi palco de atos históricos com centenas de milhares de pessoas, não conseguiu repetir o sucesso de eventos passados sob a égide de políticos de SP no Rio. Guilherme Sampaio, do movimento Reforma Brasil, admitiu que a estimativa inicial de 500 pessoas levou à decisão de abandonar os trios elétricos, voltando às origens de protestos menores, como os de 2015 e 2016. Políticos de SP no Rio, ao priorizarem o evento carioca, deixaram a Avenida Paulista com uma energia apagada, incapaz de competir com a mobilização no Rio. A data, que marcava oito anos do impeachment de Dilma, perdeu força sem a presença de figuras-chave. Políticos de SP no Rio mostraram que a liderança bolsonarista está disposta a concentrar esforços onde o impacto é maior. São Paulo, dessa vez, ficou em segundo plano.
Políticos de SP no Rio também destacaram a influência de Tarcísio de Freitas, que, apesar de ser governador de São Paulo, optou por fortalecer sua imagem nacional ao lado de Bolsonaro no Rio. André do Prado, recém-eleito presidente da Alesp e pupilo de Valdemar Costa Neto, acompanhou o governador, sinalizando apoio a uma possível candidatura ao governo paulista em 2026. Políticos de SP no Rio, como Gil Diniz, reforçaram essa articulação ao declarar lealdade a Prado, mesmo reconhecendo o peso de Tarcísio no Republicanos. A ausência desses nomes na Paulista enfraqueceu o ato local, que acabou restrito a populares sem o brilho de lideranças. Políticos de SP no Rio escolheram o palco carioca para projetar suas ambições, deixando São Paulo com um evento de menor alcance. A política estadual sentiu o vácuo.
O esvaziamento da Paulista enquanto políticos de SP no Rio brilhavam em Copacabana reflete uma mudança no comportamento dos apoiadores bolsonaristas. A convocação de Bolsonaro para o Rio atraiu não apenas políticos, mas também eleitores que poderiam ter lotado a avenida em outros tempos. Políticos de SP no Rio aproveitaram a oportunidade para se alinhar ao ex-presidente em um momento em que ele busca manter relevância diante de investigações e condenações. A Paulista, fechada aos domingos para carros, viu sua vocação de palco político ser ofuscada pela praia carioca. Políticos de SP no Rio transformaram Copacabana no epicentro do bolsonarismo naquele dia. A baixa adesão em São Paulo sugere que a base precisa de líderes presentes para se mobilizar.
A presença de políticos de SP no Rio em Copacabana também trouxe à tona a pauta da anistia, um tema sensível que une a base bolsonarista, mas divide a opinião pública. Enquanto isso, na Paulista, os poucos manifestantes que compareceram pediam o impeachment de Lula, mas sem a força de um movimento amplificado por nomes de peso. Políticos de SP no Rio, ao escolherem o Rio, reforçaram a narrativa de vitimização dos presos de 8 de janeiro, uma bandeira que ressoa entre os apoiadores mais fiéis. A ausência de trios elétricos e a decisão tardia de simplificar o ato em São Paulo mostram a falta de coordenação local. Políticos de SP no Rio capitalizaram o evento carioca para manter o bolsonarismo vivo. A Paulista, por sua vez, ficou como um eco distante.
Por fim, políticos de SP no Rio escreveram um capítulo curioso na história das manifestações brasileiras, mostrando como a liderança de Bolsonaro ainda consegue redirecionar multidões e aliados para onde ele aponta. A Paulista vazia contrasta com a Copacabana cheia, evidenciando que políticos de SP no Rio priorizaram a projeção nacional sobre o fortalecimento local. A escolha de Tarcísio, Prado e outros por estarem no Rio reflete a força de uma figura como Bolsonaro em mobilizar seu núcleo duro. Políticos de SP no Rio deixaram São Paulo em silêncio, mas amplificaram sua voz em outro estado. O dia 16 de março de 2025 ficará marcado como o momento em que a política paulista cruzou fronteiras. A Avenida Paulista, por ora, espera sua próxima chance de brilhar.
Autor: Paula Souza
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital